Neste 16º número, a publicação apresenta os indicadores de desempenho da saúde suplementar em um cenário em que a recuperação da atividade econômica foi interrompida pela pandemia do Covid-19, causando uma provável retratação do PIB em 2020 após dois anos de baixo crescimento e aumento do desemprego.

O número de beneficiários de planos médico-hospitalares apresentou crescimento no primeiro trimestre de 2020 em comparação com o mesmo período de 2019, após quatro anos de quedas. A cobertura dos planos exclusivamente odontológicos manteve em 2020 a trajetória de crescimento apresentada durante os anos anteriores, demonstrando a resiliência deste segmento em se adaptar e superar cenários adversos.

A sessão especial analisa os reajustes de contraprestações dos contratos de planos médico-hospitalares coletivos e os efeitos de uma política de controle de reajustes sobre o equilíbrio financeiro do setor. Foram calculadas as perdas caso o teto de reajustes dos planos individuais definido pela ANS fosse aplicado aos planos coletivos, demonstrando que esta política resultaria em um grande número de operadoras se tornando insolventes, isto é, as receitas de contraprestações seriam insuficientes para cobrir as receitas de contraprestações.

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