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Na quarta-feira, dia 13 de dezembro de 2017, Pedro Ramos, diretor da Associação Brasileira de Planos de Saúde, e Robert Romano, advogado americano do escritório Locke Lord, contratado pela entidade para ingressar com processos contra a indústria de órteses, próteses e materiais especiais dos Estados Unidos a pedido da Abramge, estiveram em Brasília em reunião com Diogo Thomson de Andrade e Lucas Freire, Superintendente-Adjunto e Coordenador-Geral de Análise Antitruste do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), além de equipe técnica.

A principal pauta da reunião foi OPME, mas houve avanços também em temas como tabelas SIMPRO e Brasíndice, utilizadas pela indústria para publicar os preços de “referência” praticados nos equipamentos de saúde no mercado nacional. A Abramge se colocou à disposição para auxiliar e cooperar com as investigações do CADE em todas as questões.

No período da manhã, os representantes da Abramge estiveram com a assessoria do Deputado Geraldo Resende (PSDB/MS), que foi o presidente da CPI que analisou a máfia de OPME depois do escândalo ter sido denunciado em janeiro de 2015, pelo programa Fantástico da TV Globo. A equipe afirmou que o deputado estuda a apresentação de um requerimento para a realização de uma nova CPI, logo no início de 2018. O deputado considera que muitas práticas ofensivas aos pacientes e ao Sistema Único de Saúde (SUS) continuam sendo praticadas, o que fundamentaria o pedido

 

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