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A ALAMI – Asociación Latinoamericana de los Sistemas Privados de Salud (Associação Latino-americana dos Sistemas Privados de Saúde), associação civil sem fins lucrativos criada em janeiro de 1980, que reúne atualmente associações de entidades, com e sem fins lucrativos, que fornecem cobertura médica privada, seja contratando serviços prestados por terceiros, bem como serviços prestados em estruturas próprias de saúde, de 10 países – Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, República Dominicana, Equador, México, Paraguai, Peru e Uruguai, realizou encontro no dia 14 de junho, em São Paulo, na sede do Sistema Abramge, onde também é a sede jurídica da ALAMI, para debater as nuances do setor de saúde na América-latina, com destaque para o Brasil.

O presidente da Alami, Hugo Magonza, dando continuidade ao propósito fundamental de promulgar e promover um ambiente apropriado para a ciência e tecnologia no atendimento à saúde da população beneficiária, gerando de forma permanente, a livre troca de conhecimento em todos os níveis, deu as boas-vindas aos membros das diretorias das entidades presentes e iniciou a rodada de apresentações.

O primeiro especialista em saúde suplementar do Brasil a falar foi o Diretor-Presidente Substituto e Diretor de Normas e Habilitação das Operadoras da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Leandro Fonseca, que fez amplo relato do papel da agência reguladora na fiscalização e regulamentação do setor privado de saúde no país, o que chamou bastante a atenção dos diretores da ALAMI dos demais países, pela profundidade e delimitações que são impostas às operadoras no Brasil.

Geraldo Lima, presidente do Sinog, fez excelente relato das especificidades do Mercado Odontológico no Brasil, também bastante impactado pela regulação imposta pela ANS, muitas vezes em maior grau do que os planos médico-hospitalares.

Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), que tem por objetivo ser agente promotor da sustentabilidade da saúde suplementar pela produção de conhecimento do setor e melhoria da informação sobre a qual se tomam decisões, definiu magnificamente os motivos da Inflação Médica Mundial ser sempre superior à inflação geral dos países, demonstrando, inclusive, exemplos de Argentina, Chile e México, além do próprio Brasil.

Encerrando o dia, os membros diretores da ALAMI fizeram um apanhado do modus operandi da saúde privada em seus países, a saber: Argentina, Chile, Colômbia, República Dominicana, México e Uruguai.

No dia seguinte, 15 de junho, a ALAMI realizou a Reunião do Conselho Deliberativo da entidade que prosseguiu com a leitura e aprovação da pauta do dia, assim como a aprovação da ata da reunião anterior realizada em Quito, no Equador, em 9 de março de 2018. Hugo Magonza fez relatos quanto a possível ajuda humanitária à Venezuela proveniente dos associados da ALAMI e mencionou também que a próxima reunião da entidade será na República Dominicana, durante o XVII Congreso Latinoamericano de Salud que ocorrerá no país. No mais, fizeram parte da pauta assuntos econômicos e jurídicos relacionados à ALAMI e um breve resumo do evento do dia anterior no Brasil.

 

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