Fonte: Jornal Senado - 29/10/2015

A comissão parlamentar de inquérito (CPI) que investiga a chamada máfia das próteses aprovou ontem a convocação de Carlos Lessa, ex-vendedor da empresa Oscar Iskin, distribuidora de material médico-hospitalar. Autor do requerimento, o presidente da CPI, Magno Malta (PR-ES), fez o pedido considerando as responsabilidades atribuídas por Miguel Iskin, sócio da empresa, ao ex-funcionário.

Em depoimento à CPI, o empresário negou oferecer comissões a médicos em troca da prescrição de órteses e próteses comercializadas por seu estabelecimento e disse que Lessa agiu sem o conhecimento da empresa.

Malta afirmou que Lessa é um elo importante no caso e que seu interrogatório deve servir para que não se cometa injustiça.

O senador relatou que tem tentado, inutilmente, falar com os delegados que conduzem o caso. Ele disse já ter informado aos encarregados da investigação que quebrou sigilos capazes de elucidar os fatos.

— Ontem falei com um delegado. Eles estão arredios. Já não estão mais ávidos como no começo. Ontem eu disse que precisava me reunir com eles.

Nós quebramos os sigilos, que é o que vai alimentar o inquérito. Se ficar nessa fuga, eu vou chamar a imprensa e dizer que não temos como caminhar. E vou ter que acionar diretamente o Ministério Público — disse.   

 

 

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