Reinaldo Scheibe e Pedro Ramos, respectivamente presidente e diretor da Abramge, participaram da abertura do 2º Fórum de Saúde Suplementar, evento realizado pela FenaSaúde no Rio de Janeiro, entre os dias 23 e 24 de novembro. O objetivo do evento é discutir as decisões necessárias para viabilizar o futuro do setor e contou com a participação, dentre outros especialistas, de Maria Stella Gregori, advogada e ex-diretora da ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar. A responsável pela abertura do Fórum foi a presidente da entidade organizadora Solange Beatriz Palheiro Mendes, também ex-diretora da ANS (de Normas e Habilitação das Operadoras).

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Da esquerda para direita:
Maria Stella Gregori (advogada e ex-diretora de Fiscalização da ANS) – Pedro Ramos (diretor da Abramge) – Solange Beatriz (presidente da FenaSaúde) – Reinaldo Scheibe (presidente da Abramge)

No 2º Fórum de Saúde Suplementar especialistas e autoridades debatem temas como os desafios das escolhas impostas pelo cenário macroeconômico, com crescimento do desemprego e queda na geração de renda, resultando na perda de 1,6 milhão de beneficiários de planos de saúde e no encolhimento do poder econômico das famílias brasileiras; as decisões necessárias diante do envelhecimento populacional e consequente transição demográfica, da incorporação tecnológica acrítica e sem avaliação de impacto do custo-efetividade, a escalada crescente das despesas na saúde e, historicamente, acima das receitas e, ainda, a redução da capacidade de pagamento da população.

O evento promove também a discussão de outros assuntos, como o custo dos procedimentos médicos e a qualidade dos serviços oferecidos como fatores fundamentais para a tomada de decisão do consumidor, tornando-o mais consciente e participativo na gestão de sua própria saúde; a utilização de Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME) apenas com suporte em evidências médicas, dificultando fraudes e o implante sem a real necessidade comprovada; e, por fim, as escolhas do Poder Judiciário, que se refletem no aumento das despesas assistenciais em razão da ausência de pareceres técnicos de profissionais de saúde que possam embasar a tomada de decisão dos magistrados – no sentido oposto, iniciativas como os Núcleos de Apoio Técnico (NATs), formados por especialistas da área de saúde, são experiências positivas para diminuir o impacto da judicialização da saúde.

 

 

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